quinta-feira, 30 de julho de 2009

M3F cria logo e nome de empresa

A M3F Comunicação acaba de criar nome e o logotipo da empresa especializada em Ozônio para aplicação em água nos ramos industrial e residencial.

Baseado no briefing passado pelo cliente foram desenvolvidos diversas opções onde se chegou ao nome eko3. Foram utilizadas como referência básica a preocupação ambiental da empresa, o elemento químico e seu foco de atuação (água). O logo pode ser visto abaixo. Em breve você poderá conferir os materiais do programa de identidade visual além de website e material promocional de lançamento.



Abs
Márcio Faustini Modonezi

terça-feira, 21 de julho de 2009

Publicitário...

Publicitário não come, degusta o produto.
Publicitário não cheira, sente a fragrância.
Publicitário não toca, examina o design.
Publicitário não dá a resposta, cria outra pergunta.
Publicitário não conquista, persuade.
Publicitário não tem destino, tem target.
Publicitário não ouve barulho, ouve ruído.
Publicitário não fala, envia mensagem verbal.
Publicitário não procura endereço, procura praça.
Publicitário não escuta, decodifica a mensagem.
Publicitário não tem idéia, tem brain storm.
Publicitário não recebe resposta, recebe feedback.
Publicitário não tem memória, tem repertório.
Publicitário não lê, decifra o código textual.
Publicitário não pergunta, faz pesquisa.
Publicitário não ouve música, ouve trilha sonora.
Publicitário não tem lista, tem mailing.
Publicitário não copia, se inspira.
Publicitário não vê outdoor, vê mídia exterior.
Publicitário não dirige, faz test-drive.
Publicitário não falece, é seu ciclo de vida que chegou ao fim.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Office 2010: The Movie

Após alguns comerciais controversos e para não dizer estranhos a Microsoft está em uma nova ação para divulgar a linha 2001 do Office. É o Office 2010: The Movie. Criado Traffik Filmworks e dirigido por Dennis Liu o filme tem traços de Identidade Bourne. Aí vem a pergunta o que tem a ver um filme de ação e espiões com o Office.

Veja o que a criatividade é capaz de produzir. Uma ação muito bem feita e mostra que publicidade tem que entreter. O detalhe é que em nenhum momento você assiste uma cena do novo Office aparecer.

Bem ao estilo BMW FIlms segue o vídeo com o treiler abaixo. O site do filme está aqui.



Isso é mais que publicidade.

Abs
Márcio Faustini Modonezi

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Floating Logos

Vale a pena uma visita no site do fotógrafo americano Matt Siber. A dica são os FLOATING LOGOS. Clique aqui.



A dica é de Marcelo Tomaz do bla-marcelotomaz

Abs
Márcio Faustini Modonezi

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Saiu a edição de número 24 do MBI News

A M3F Comunicação acaba de lançar a edição de número 24 do informativo MBI News. Todos os clientes da MBI Motors na região de Campinas e no Nordeste (Recife, Salvador e Fortaleza) recebem o informativo impresso.

O MBI News é uma revista de informação e lazer entregue pela concessionária desde dezembro de 2002.

Segue abaixo a capa e as principais matérias.







Abs
Márcio Faustini Modonezi

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Qual o limite da publicidade ?

Saiu no Folha On Line em 30 de junho de 2009 uma matéria questionando algumas ações de marketing que utilizam crianças como alvo e justamente dentro das escolas, bem agora que as autoridades discutem a proibição ou não deste tipo de ação.

FOLHA ON LINE
São Paulo, terça-feira, 30 de junho de 2009


Publicidade entra nas escolas com brindes, gincanas e teatrinhos
Até modelo de pijama já foi usada em ações de marketing em colégios de SP para promover produtos destinados ao público infanto-juvenil
Em uma escola particular do Espírito Santo, prova de matemática pedia que alunos desenhassem um produto da L'acqua di Fiori

DANIEL BERGAMASCO
DA REPORTAGEM LOCAL

É terça-feira, são sete da manhã. À porta do colégio, uma modelo de pijamas se espreguiça sobre uma cama com cabeceira de coração e entrega aos alunos amostras do creme facial Clean Clear Morning Energy, da Johnson & Johnson, que promete acabar com aquela "cara de sono" matinal.
"É para vocês passarem nos rostinhos", dizia, segundo testemunhas, a moça a crianças e adolescentes que chegavam às aulas, em ação de marketing em dez colégios, entre os quais os paulistanos Pueri Domus, Agostiniano Mendel e Batista Brasileiro.
Em tempos de cerco à publicidade infantil na TV -e da extinção de outdoors em São Paulo- as escolas da cidade são cada vez mais alvo do chamado "marketing de guerrilha" de grandes anunciantes, interessados em promover ali produtos de apelo infanto-juvenil.
Muitos ultrapassam os portões do colégio, em ações como as palestras do "Dia Nutricional Sustagen Kids", a gincana "Gatorade nas Escolas" e um teatrinho sobre a dengue do repelente Off Kids. Em todas essas campanhas, as empresas distribuem brindes.
"A publicidade tem buscado alternativas aos meios tradicionais. Nessas ações, a eficácia é grande, porque a marca está envolvida em uma experiência dentro da escola", diz João Matta, consultor de publicidade infantil para empresas e professor do tema na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).
O próprio Matta, contudo, faz a ressalva: "Eticamente, acho as ações exageradas. Nada contra a criança participar do mundo das marcas, que é o mundo real, mas escola não é shopping center."
O Instituto Alana, ONG que trata de consumo infantil, critica a tendência. "A escola é o primeiro ambiente de socialização depois do familiar. É como se esses produtos tivessem respaldo do professor. A criança assimila que é positivo consumir aquilo que é apresentado a ela no mesmo lugar onde assiste às aulas", diz Lais Fontenelle Pereira, psicóloga que trabalha para a ONG e tem atividades focadas em educação.
"É importante os pais ficarem atentos ao que acontece nas escolas", afirma a psicóloga Rosely Sayão, colunista da Folha e autora de "Como Educar Meu Filho?".

Prova e perfume
No Batista Brasileiro, em Perdizes (zona oeste), uma mãe de alunos pequenos protestou contra a ação da modelo no edredon, em outubro do ano passado. "A empresa tinha pedido autorização para fazer algo do outro lado da rua. Mas acabaram vindo para a porta da escola", afirma a diretora, Maria Martinez de Lima.
Já a Johnson & Johnson diz que "a ação de Clean & Clear aconteceu nas ruas próximas às escolas (...) e terminava na porta das mesmas, sempre com o consentimento da diretoria".
Em São Mateus (ES), um pai se queixou à Escola Alternativa Coopresma por ter distribuído a crianças da terceira série do Ensino Fundamental catálogos da perfumaria L'acqua di Fiori em uma prova de matemática.
"Suponhamos que Bianca tenha R$ 50. Qual produto que ela poderia comprar na L'acqua di Fiori [?]", questionava a prova, aplicada às vésperas do Dia das Mães de 2007. Em outro tópico, dizia: "Desenhe o [produto] que você escolheu para presentear sua mãe do seu jeitinho e escreva um bilhete bem carinhoso para ela."
Segundo a diretora Lúcia Mattos, a prova não foi encomendada. "A professora precisava de algum encarte para a prova e escolheu o da L'acqua di Fiori. Não houve intenção de vender nada", diz. A perfumaria diz que não faz esse tipo de ação e que, devido a mudança de dono na franquia, não pode saber se foi uma iniciativa local.
O juiz de direito Leandro Silveira, pai de alunos, não gostou. "As crianças são inocentes e legitimam essas ações, porque confiam na escola. Em outra ocasião, a escola permitiu a entrada de um palhaço enviado por uma concessionária que prometia dar um cachorrinho para o pai que comprasse um carro naquele fim de semana. Achei péssimo", diz ele.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3006200907.htm
FONTE: Folha On Line