quarta-feira, 11 de março de 2009

Como conseguir um emprego em uma agência?

Todos os dias recebemos milhares de currículos de pessoas interessadas em trabalhar em agência de publicidade. Já recebemos currículos de diversas formas e modelos, todos devidamente cadastrados e catalogados.

Anualmente o mercado é inundado por novos profissionais, pesquisas falam em 36 mil novos alunos formados em publicidade pelo país, fora os que não cursaram uma faculdade e que trabalham com essa atividade. Para quem não sabe: não é necessário ter um registro específico para exercer a profissão de publicitário como os médicos com o CRM, o arquiteto com o CREA, o advogado com a OAB e assim por diante.

Mas qual será a forma ideal de chamar a atenção nesse mar de currículos?

Nestes 9 anos de mercado, nunca recebemos um Projeto de Comunicação, uma idéia bacana para um cliente nosso que pudesse pelo menos nos chamar a atenção pela dedicação e o estudo que um candidato teve com nossa empresa e nossos clientes. Hoje em comunicação o que mais se fala é em idéias. Mesmo que essa idéia não seja viável ou utilizada com certeza despertará alguma reação de quem contrata. Essa diga serve também, na nossa opinião, para qualquer emprego que você deseja.

O que falta não são vagas, mas pessoas capacitadas e dedicadas. Com essa situação é claro que algumas empresas utilizam o famoso QI (quem indica) na hora de contratar. Pois elas buscam completar uma vaga através da indicação de alguém que elas supostamente confiam e acreditam. Você, no papel de dono da empresa, chamaria para trabalhar alguém que não conhece ou não tem referências? Claro que não.

PS: lembre-se que idéias podem e são copiadas então tome cuidado com o que você criar e para quem você irá apresentar, proteja-se. Infelizmente é o risco que se corre em ser um inovador.

Abs

1 comentários:

Cintya Nogueira disse...

Interessante, mas bem inviável para concorrer á vaga de trabalho em várias agências.

Válido, acredito eu, para concorrer á uma vaga bem específica, muito bacana.

Um abraço,
Cintya Nogueira